Serviços

Consultas

As consultas

…são o espaço e o contexto em que olhamos em conjunto para as questões trazidos por quem me procura. As bases que sustentam este trabalho são a qualidade da relação, a escuta, a atenção e o diálogo, pois é a partir destes alicerces que o movimento individualizado de cada pessoa se pode desenrolar.

Neste enquadramento, podem ser mobilizados vários recursos - verbais, simbólicos, imaginativos, racionais, emocionais , somáticos - e procedimentos - como indução de estados hipnoidais, trabalho com sonhos, regressão, integração inter-hemisférica, expressões, meditações, etc -, próprios de uma abordagem focada na consciência que integra e expande outras mais convencionais como a cognitiva-comportamental,

Consoante o tipo de sessão, a sua duração pode extender-se de certa de uma hora até perto de duas e meia.

As sessões implicam a aceitação de um regulamento sobre compromissos recíprocos, confidencialidade, avisos de alterações e aspectos afins.

O que esperar numa sessão?

Numa primeira sessão, recolhemos informações, começamos a tomar contacto com os traços gerais da história de vida e os motivos que por cá trazem quem me procura. Sentimo-nos reciprocamente e começamos a construir as bases do que pode ser uma relação de colaboração terapêutica - escuta, segurança, respeito, aceitação, compromisso. Conversamos sobre o acordo terapêutico, elementos funcionais, regras, o que cabe a cada um.

A duração esperada será entre 1h a 1h30.

Em sessões seguintes, vamos “puxando as pontas” das questões trazidas para a mesa. Vou introduzindo propostas que mobilizam diferentes recursos e capacidades. Haverá tempos de escuta, de estarmos com as emoções, pensamentos, sensações ou intuições que nos habitem ou sejam suscitadas. Algumas sessões serão mais verbais, noutras, pode - se aceite - existir benefício sem entrar noutros domínios (por exemplo, no expressivo, com cores e papel). O relaxamento, a meditação, a respiração são valiosíssimos e utilizados frequentemente, sendo quase certo que os sugerirei, em algum momento, como trabalho de casa. Estas tarefas potenciam os processos, pois permitem a digestão e a exploração dos temas em causa fora do contexto terapêutico, mais lentamente e enquanto acontecem. Podem ser constituídos por observações e anotações, escrita ou outros exercícios. A imaginação activa, a regressão de memória, a estimulação inter-hemisférica, o trabalho com sonhos, são outras abordagens que integro nas sessões.

Dependendo dos formatos, as sessões podem ir de 1h a 2h30

Presencial (Évora e Lisboa) e Online

Valores

De 60 a 120 e, consoante o tipo de sessão.

Grupos de Investigação de Símbolos e Sonhos 

  • Conheça-se melhor e religue-se ao sentido, propósito e direcção internos;

  • Investigue vivencialmente símbolos e imagens provenientes de sonhos, meditações, experiências espontâneas, psicadélicos ou outras;

  • Ganhe competências que enriquecem a sua prática profisional;

  • Usufrua de acompanhamento especializado;

  • Encontre comunidade e mentes afins;

  • Liberte o seu élan vital e a sua Imaginação

  • Cultive o bom humor e a visão construtiva

A painting depicting a staircase with figures ascending and descending, representing the biblical story of the steps to heaven from the Book of Genesis, with a man lying at the bottom and angels guiding the way.

O Sonho de Jacob, William Blake (1805)

Reunimos online ao final de uma manhã de sábado por mês, durante cerca de duas horas e meia.

As sessões são compostas pelo trabalho sobre material trazido pelos participantes , propostas introduzidas por mim e contribuições e questões do grupo.

O grupo mantem uma pequena dimensão, entre 4 a 10 participantes.

Valor por participante: 30 euros

Inscrições e informações através de contacto por email.

Landscape painting of a lush valley with waterfalls, trees, and mountains in the distance.

Natureza

Rivendell, Ted Nadsmith

Um dos pilares …

do nosso bem-estar é a ligação à natureza. Não uma ligação qualquer, mas uma conexão participativa. Evoluímos assim. A luz do Sol envia constatemente insformação não só às plantas, mas que interage com a nossa biologia. Existimos nos seus campos electricos, magnéticos, vibratórios e mais densos. O Sol regula-se pelo centro da galáxia. A Terra integra o corpo do Sistema Solar e, mesmo neste nosso pequeno cosmos, irrompem auroras boreais cujas mesmas correntes iónicas interagem com o magma subterraneo. A Lua rege as águas, as nascentes, os ciclos vegetais, múltiplos ritmos humanos. As fragrâncias das flores respondem às abelhas e encaixam nos nossos receptores químicos que elicitam bem-estar e saúde. Já o sabiam indígenas e poetas, reconhecem-no cada vez mais os cientistas: somos participantes da Vida Una. Participantes biológicos, mas também em atenção e consciência. Deste modo, o laço com a natureza, que, em tempos foi espontâneo e inato, precisa de ser readquirido e cuidado como forma de educação individual e social. Até porque, no momento histórico que vivemos, é imprescindível que escolhamos alinhar-nos com as forças da Vida.

Esta sacralidade da natureza - a sacralidade de nós mesmos - pode reentrar nas nossas vivencias pela Psicologia da Consciência. Através da meditação e da caminhada, mas também do encontro simbólico vivo com os elementos da paisagem, de praticas de encontro criativo com os seres dos vários reinos, com o treino da atenção para connosco e para com o que é distante ou subtil e, enfim, com a educação do coração enquanto sede integrativa da relação afectuosa com o mundo.

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Sessões Individuais na Natureza & Sessões de encontro com a Natureza para grupos

Retiros de Psicologia da Consciência e Natureza

Há uma imensa dimensão de nós mesmos e da vida que nos permanece velada por detrás do rendilhado vegetal, das linhas que não ultrapassamos e que correspondem aos nossos percursos físicos habituais, bem como aos nossos modos de funcionamento quotidianos e costumeiros. Estamos fechados sobre nós mesmos, a fazer as mesmas coisas das mesmas maneiras, exaustos da prisão diária da repetição - vemos, ouvimos, pensamos sempre o mesmo e procuramos pequenas distracções e entusiasmos que nos resgatem dessa maneira insuportável de atravessar os dias, tão contrária aos nossos seres. Mesmo quando encontramos sentido e satisfação, sentimos com frequência dificuldade em usufruir deles, pois o stress e a necessidade de gestão pedem de nós modos de funcionar - modos de estar, de prestar atenção, de nos regularmos - particulares.

Fica a faltar-nos  algo que não é coisa, mas um modo de estar. Recordamo-nos dele, provavelmente, dos nossos momentos mais felizes. É um modo não planeado, de grande disponibilidade, com a sensação de que o espaço se alargou - interiormente e no exterior. É um estar inato, mas que desaprendemos. Encontra-se, semelhante a Nárnia, não do outro lado dos casacos que enchem o enorme guarda-roupa, mas de discretos biombos vivos, folhagens, rochas, limiares.  A decisão de transpô-los e de nos aproximarmos da natureza traz-nos benefícios comprovados pela investigação e pela observação clínica.

As ruminações mentais, comuns a tantas as nossas disfuncionalidades, são serenadas e, com isso, recuperamos espaço e energia mentais. Os nossos sentidos, atrofiados pela repetição e descuido, começam a regressar aos nossos corpos. A atenção, crescentemente perturbada, reorganiza-se à medida que o sistema nervoso se acalma. A atenção não-produtiva, flutuante, que a natureza permite convida à auto-regulação. As nossas ondas cerebrais alteram-se. Os pássaros colaboram com a nossa saúde. As árvores libertam componentes que estimulam o nosso sistema imunitário. Os pinheiros revitalizam-nos e os seus óleos são para nós fantásticos antidepressivos. Podemos esquecer-nos de nós: as flores aumentam o teor de açúcar no pólen quando as abelhas se aproximam - há tanto por que interessar-nos além dos nossos comuns pensamentos repetitivos.

As construções humanas comuns, sejam edifícios ou máquinas, são simplistas, uni-dimensionais. A natureza é fractal, complexa, em constante recriação. A natureza facilita a nossa ressonância com o Todo e, logo, com a nossa própria integridade e saúde. Mostra a investigação que a simples vista de uma janela (paredes vs árvores) influencia a recuperação de feridas físicas.

Tanto as sessões terapêuticas na natureza, como as actividades  em grupo no âmbito da Psicologia da Consciência e Transpessoal, promovem e potenciam a saúde e o bem-estar psicológicos e físicos. A vocação desta abordagem para a modificação e regulação dos estados não-lineares de consciência, dos modos de respirar e de usar a atenção, da meditação, de simbolizar e trabalhar com imagens e visualizações e, sobretudo, de integrar elementos da “sabedoria perene” para maior equilíbrio, perspectiva e relacionamento connosco e com o universo cria uma combinação de grande harmonia e sinergia.

A woman playing a guitar and a woman resting her head on her arms on a stone bench, with three women sitting behind, in an outdoor scene near the sea with trees.

Formação

Palestras, Webinars, Workshops, Retiros

Os Sonhos na Prova Oral

Trabalho com sonhos, Dreamwork

Desde sempre intrigantes, desde sempre associadas ao contacto com outras realidades, à profecia, ao oráculo, ao contacto com “os mortos”, deuses, e outras entidades misteriosas os sonhos mantém a sua aura de fascínio e são, laboratorialmente comprovados, dos ambientes mais conducentes aos fenómenos telepáticos e “psi”.

Mais modernamente, os sonhos têm sido reconhecidos como meios importantes de auto-conhecimento e valiosos recursos terapêuticos. Neles aprendemos sobre os nossos mitos pessoais, programas e padrões. Neles dialogamos com os nossos medos e encenamos teatros nocturnos em que exploramos comportamentos e acontecimentos hipotéticos.  Este é um trabalho riquíssimo e que cria aberturas para reformularmos memórias, investigarmos a depressão, a ansiedade e várias questões relacionais

Nestas formações aprofundamos o seu entendimento, aprendemos e treinamos o uso de ferramentas fundamentais para nos tornarmos sonhadores ou terapeutas mais hábeis.

Trabalho psicológico com as vivências simbólicas

As sessões com psicotrópicos, muitas meditações, Reiki, visualizações, expansões espontâneas da consciência e até trabalho somático envolvem símbolos, que podem ser experimentados e vivenciados com fortíssimo impacto. Porém, de que ferramentas para a sua compreensão e integração dispomos? Nestas formações, utilizamos saberes de diversas culturas e tempos para, experiencialmente, nos aproximarmos da compreensão desses símbolos na sua vitalidade interna.

Recursos psicológicos para tempos exigentes - exercícios e práticas

Em poucas horas, podemos aprender exercícios acessíveis de que abusar nestes tempos desafiadores. Temos consciência de que a respiração é essencial para gerir as emoções, mas quanto de nós aprendemos a respirar? Sabemos que a meditação nos ajuda a múltiplos níveis, mas que meditações podemos realizar quotidianamente e quais as mais adequadas para nós? E como havemos de ajudar aqueles que nos rodeiam numa situação de emergência psicológica? Respiração, relaxamento, enraizamento, difusão da emoção, entre vários outros, são o foco prático destas sessões.

Ciência e investigação pós-materialista

Nas últimas décadas, a consciência tem sido o foco de bastante investigação. Tanto em psicologia, como em parapsicologia, neuro-ciências, biologia, física, o interesse cresce, pois é vital que ganhemos uma compreensão mais alargada de nós mesmos e do nosso papel no cosmos (e o que serão o cosmos, a realidade, o espírito ou a matéria?).

Sem pretender responder às questão radicais levantadas, consideraremos no entanto contribuições de várias disciplinas e temas de investigação que nos sugerem fortemente que o modelo materialista e fisicalista do mundo e do ser humano é inadequado e demasiado limitado para enquadrar os dados que vamos tendo. Neste sentido, examinaremos algumas pistas sobre o que uma ciência renovada, orientada para o(s) Todo(s),  e uma tecnologia baseada na consciência poderão começar por ser. Considero este tema tão mais importante quanto é essencial desfazer a confusão hierárquica entre uma ciência e tecnologia baseadas na convivência (desejáveis) e outras que a esmagam, estreitam, exploram ou negam (como acontece frequentemente no (mau) uso de algoritmos e presença transversal, dita “inevitável”, da AI.

Entre outras, discutiremos as experiências próximas da morte, as memórias de possíveis vidas passadas, o acesso a informação independentemente do espaço e do tempo.

Valores mediante consulta